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domingo, 22 de março de 2015

Você tem talento para ser Líder ou Gerente?

Sim, há momentos em nossa carreira que cumprimos momentaneamente os dois papéis, horas atuando como líderes, outras como gerentes. Mas há de diferenças  de personalidades substanciais entre estas duas funções.
A maioria das pessoas deseja ser líder, mas acaba atuando como gerente. Não há demérito em comparar essas duas funções, nem em pertencer a uma ou outra classe. A questão é: como definir aquela que se adequa melhor às suas habilidades e visão de mundo?
Líderes criam, Gerentes fazem
Novamente, é preciso tomar cuidado com generalizações, gerentes pensam (muito) e líderes realizam (muito também). A questão é que líderes empenham sua criatividade em conceitos mais abstratos, bem como em uma visão mais ampla dos negócios e do mercado.
Líderes tratam do posicionamento geral do negócio, enquanto gerentes cuidam dos detalhes que tornam este negócio viável. Enquanto o líder atua antes na área de planejamento e na relação da empresa com o mercado, gerentes garantem que os processos funcionem perfeitamente, que se aperfeiçoem e se tornem diferenciais operacionais.
Líderes criam direção, Gerentes designam
Boa parte do trabalho de gerente é delegar tarefas e conduzir a equipe de modo que estas tarefas sejam bem realizadas. Já o trabalho do líder é criar a melhor política para desenvolvimento da empresa, de modo a orientar o trabalho dos gerentes através de contratações,  programas de formação e planos de metas.
Líderes e Gerentes tomam decisões
Gerentes tem o campo de ação bem mais restrito que o líder, e suas decisões geralmente afetam sua equipe, ou outras pessoas relacionadas ao setor, como clientes ou fornecedores.
Líderes por outro lado, tomam “decisões de larga escala”, em número muito menor que as decisões dos gerentes, mas com maiores repercussões. Se, por um lado, líderes não precisam se preocupar tanto com detalhes, precisam conhecer profundamente as conseqüências dos próprios atos.
Visão de curto e de longo prazo
Gerentes trabalham com prazos mais curtos que os líderes. Como tratam do “fazer acontecer”, geralmente tomam dezenas de decisões por dia, ao mesmo tempo em que apuram os resultados rapidamente.
Líderes dificilmente são encurralados por um prazo. Suas decisões têm repercussões importantes, de modo que o tempo necessário para de pesquisa, maturação da ideia, efetivação e revisão dos resultados é bem maior. Sua visão tem que abranger, tanto a compreensão da empresa quanto conhecimento do mercado, dos concorrentes e fatores externos que podem influenciar o negócio, como variações econômicas, pressões internacionais, mudanças na legislação e até mudanças de humores do setor público (leia-se: política).
Uma função existe sem a outra?
Não, liderança e gerenciamento são indispensáveis e profundamente interligados, mas atuar como líder e atuar como gerente são procedimentos essencialmente distintos.
A noção de líder tem de fato mais “charme” que a de gerente, mas não será o melhor posto para todos os executivos. Pessoas meticulosas, atentas aos detalhes e com tendência ao controle de processos tendem a atuar com mais sucesso no papel de gerente. Por outro lado, pessoas imaginativas, capazes de agrupar diferentes visões e organizar maiores quantidades de informação são melhores talhadas para o papel de liderança.



O que o megainvestidor Warren Buffet busca em um líder?

Em carta direcionada aos acionistas, Warren Buffet lista as características que levou em conta para buscar seu sucessor, e aproveita para elogiar membros da rede da Fundação Estudar.

Em carta anual aos acionistas da holding Berkshire Hathaway, cujas diversas empresas subsidiárias somam 330 mil funcionários, o megainvestidor Warren Buffet adiantou quais características buscou em seu sucessor na liderança da companhia, mas sem revelar o nome do próximo CEO (Chief Executive Officer) – a pessoa já foi selecionada e, ao que tudo indica, trata-se alguém vindo da própria equipe.

A carta, que soa um pouco como uma despedida, comemora também os 50 anos desde que Buffett escreveu a primeira, em 1965. Entre muitos agradecimentos e comentários sobre todos esses anos, Buffett também deixa claro os elementos de liderança que admira nas pessoas com quem trabalhou nesse tempo.

Veja a seguir um resumo do que ele considera essencial em um bom líder:

Calma e autoconhecimento

 "As tarefas a serem feitas na empresa demandam que o CEO seja uma pessoa calma, que tenha uma ampla compreensão do negócio e, ao mesmo tempo, bons insights sobre o comportamento humano", escreveu Buffet. Para ele, também é importante que o novo líder tenha uma noção clara seus limites, exemplificando o raciocínio com uma fala memorável de Tom Watson, fundador da IBM: "Eu não sou nenhum gênio, mas sou inteligente em alguns pontos e focarei apenas neles".

Reconhecimento de valores e cultura empresarial 

Dar continuidade à cultura da companhia é essencial. "Se por acaso nossos valores não-econômicos se perderem, nossos resultados econômicos também entrariam em colapso", escreveu. Ele também revela que é tranquilizante ter a certeza de que a cultura de que ele fala já está internalizada nas lideranças e nas equipes da Berkshire.

Firmeza de determinação 

"Meu sucessor terá de ter um importante ponto forte, que é ser bom em lutar contra o ABC da deteriorização dos negócios: arrogância, burocracia e complacência", explica o investidor. Para ele, a combinação desses três fatores é o "câncer" que cresce nas grandes empresas, mesmo naquelas que parecem as mais fortes e estáveis, e faz com que elas falhem. "Somente um CEO vigilante e determinado é capaz de afastar essas forças debilitadoras conforme a Berkshire continuar crescendo", conclui.

Integridade e comprometimento 

O bom CEO deve estar totalmente comprometido com a companhia, e não com ele mesmo. "O CEO não pode evitar ganhar muito mais dinheiro do que ele precisaria, quaisquer que sejam suas necessidades. Ainda assim, é importante que nem o ego e nem a cobiça o motivem a equiparar seu pagamento aos de seus colegas que são exageradamente recompensados, mesmo se suas realizações forem superiores às demais".

Para ele, o líder deve servir de exemplo para o resto da companhia. "O comportamento de um CEO tem um enorme impacto sobre os diretores e todo o resto da empresa", avalia.

Liderança feminina 

Warren explica, na carta, que usou o artigo masculino para se referir ao que busca no futuro CEO simplesmente por uma questão arbitrária de linguagem. Para ele, não há nenhuma razão impedindo que seu sucessor, na verdade, seja uma sucessora. "Características de gênero jamais devem pautar quem assumirá o cargo de CEO", escreve.

Nunca estar satisfeito 

Em outro momento da carta, Warren Buffet elogia a liderança dos brasileiros Bernardo Hees, ex-bolsista da Fundação Estudar, e Alexandre Behring – respectivamente CEO e Chairman da Heinz. "Eles mantém padrões de desempenho extraordinariamente altos e nunca estão satisfeitos, mesmo quando os resultados superam de longe os de seus concorrentes".

Na carta, o investidor também reservou um espaço especial para elogiar o empresário Jorge Paulo Lemann, com quem diz se sentir sempre bem em qualquer tipo de parceria – e adianta que espera fazer mais negócios junto com o 3G Capital, fundo de investimentos de Lemann. Eles trabalharam juntos em operações envolvendo a aquisição da Heinz e do fast foodcanadense Tim Hortons. Ao lado de Beto Sicupira e Marcel Telles, Jorge Paulo Lemann é um dos fundadores da Fundação Estudar

Por: Rafael Carvalho

domingo, 8 de março de 2015

Como vai a sua Inteligência Emocional?

Muito se fala da importância da Inteligência Emocional nos dias de hoje. Os empregadores querem profissionais que a tenham bem equilibrada. Muitos afirmam – e eu concordo com eles, que este é um fator determinante para o sucesso dentro das empresas.
Porém, é muito fácil e simples cobrar que os outros tenham equilíbrio. E, para isso, temos que tê-lo também, certo? Muitas pessoas acham que possuem Inteligência Emocional suficiente. Mas a grande maioria está redondamente enganada!

Há muito o que falar sobre este conceito e definir cada ponto dele, porém, para balizar o que pretendo expor, uma objetiva definição da Sociedade Brasileira de Inteligência Emocional atende perfeitamente. Inteligência Emocional é a capacidade de gerir e usar na prática cada uma de suas emoções, sejam elas positivas ou negativas.
E desenvolver essa inteligência é a única maneira de viver com felicidade!
O fato é que cobramos demais dos outros como eles devem se portar, mas somos sempre condescendentes ou severos demais com nós mesmos. Agindo de uma forma ou outra, não estamos usando a Inteligência Emocional.
É preciso equilíbrio e três passos são fundamentais para atingi-lo:
1- Fique atento ao que você sente e às suas reações no momento de decidir.
2- Aproveite a oportunidade de decidir, conscientemente, de que forma vai responder às situações, em vez de reagir impulsivamente.
3- Leve em conta seus grandes objetivos de vida e garanta que suas respostas estejam alinhadas com esses objetivos.
Em suma, devemos focar em sentimentos, opções e objetivos. Se você considerar estes pontos, na hora de decidir usará a sua Inteligência Emocional para criar e obter melhores resultados práticos em sua vida pessoal e profissional.
É fácil? Não. Não é. Mas é possível e pode ser aprendido e treinado.
O mais é importante é refletir sobre o assunto. Saber como lidar com as emoções em todos os momentos da nossa vida é a única forma de conseguirmos atingir um equilíbrio emocional que nos permita viver com muito mais satisfação.
Pessoas sempre foram e serão o principal diferencial das empresas. E isto não tem a ver com a lógica ou tecnologia mas sim tem total sincronia com a emoção.
Precisamos que os líderes entendam isto de uma vez por todas para que a emoção possa transbordar de forma positiva e de modo que as empresas se fortaleçam. É fundamental que os líderes tenham uma grande Inteligência Emocional e saibam liderar com esta habilidade em todas as situações. É aqui que as organizações se diferenciam.
Agora responda para você mesmo: Como vai a sua Inteligência Emocional? Melhore isto e o sucesso em sua vida aparecerá naturalmente.

Por: Airton Carlini

Fonte: Blog do Management