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domingo, 5 de abril de 2015

7 passos para você elevar a resiliência

Desenvolver a resiliência é fundamental para enfrentar os desafios pessoais e também para ser bem-sucedido profissionalmente, já que a pressão por resultados é constante.
Saber atuar sob pressão, responder rapidamente em momentos de crise, demonstrar criatividade e encontrar soluções, mesmo com poucos recursos, não são tarefas fáceis. Mas hoje, mais do que nunca, é justamente este perfil de profissional que o mercado de trabalho valoriza.
Para quem não sabe, as citadas acima são algumas características da resiliência, um conceito que vem da física e que está tão em alta.
Originalmente, a resiliência se refere à capacidade que alguns materiais têm de acumular energia quando submetidos à pressão e, depois de absorver o impacto, voltar ao estado original sem deformação, como se fosse um elástico.
No comportamento humano, a resiliência é a habilidade de se adaptar e superar adversidades, situações estressantes. Isso de forma saudável, construtora, sem ser afetado por elas de modo negativo, permanente. Em outras palavras, uma pessoa resiliente é aquela que:

·         Tem energia e disposição para enfrentar dificuldades em vez de se deixar abater;

·         É capaz de atuar com competência, mesmo sob forte pressão;

·         Antecipa crises, prevê obstáculos e se prepara para lidar com eles;

·         Tem atitudes positivas, realistas e firmeza de objetivos;

·     Recupera-se mais rapidamente após sofrer revezes e não muda sua essência depois de passar por experiências difíceis.

Desenvolver a resiliência é fundamental para enfrentar os desafios pessoais e profissionais. E também para ser bem-sucedido profissionalmente, uma vez que a pressão por resultados, as mudanças e as crises são constantes.
No mundo atual, quanto mais resiliente for o profissional, maior será sua vantagem competitiva. E maior será sua capacidade de lidar com tudo isso e ainda manter ou aumentar seu bem-estar, além de encontrar mais satisfação.
Confira 7 passos para você elevar a resiliência:

1.    Mantenha o foco no futuro. Olhe para frente e não se prenda ao passado.
2.    Mantenha-se motivado. Lute por seus sonhos e objetivos. Quem trabalha por seus ideais não tem tempo para chorar mágoas.
3.    Invista em seus relacionamentos. Eles são uma grande fonte de apoio e de encorajamento.
4.    Mude o hábito de colocar defeito nas coisas e de ver apenas o que as pessoas têm de pior. Combata o costume de ter uma opinião formada sobre tudo.
5.    Redescubra as coisas que lhe dão prazer. Fique atento as suas necessidades. Cuide de sua mente, de seu corpo e de sua saúde.
6.    Fique atento às necessidades dos outros. Contribuição e compaixão aumentam a resiliência.
7.    Resiliência não é rejeitar ou ignorar as emoções negativas, mas apenas não permitir que elas controlem você. Fique atento!
Por: Bibianna Teodori 



O triângulo da excelência – Conhecimento, Habilidade e Competência

O conhecimento está se tornando a principal riqueza da Era da Informação. É graças ao conhecimento que as pessoas podem transformar os problemas em soluções, os desafios em oportunidades, as idéias em produtos e os objetivos em realidade. Cada candidato - por melhor diploma que possua debaixo do braço - é avaliado pelo mercado de trabalho em função principalmente de seus conhecimentos. Seu valor de mercado será determinado mais pelo seu conhecimento do que pelas suas certificações ou diplomas. Seu salário será dimensionado pelo conhecimento que ostentar frente às empresas onde pretende trabalhar. Assim, o conhecimento precisa ser levado a sério por todo estudante e profissional.

Investir no conhecimento significa investir no seu próprio capital intelectual para alcançar retornos significativos na vida profissional. E como investir em conhecimento? Não basta fazer cursos e prestar atenção às aulas. Isso é necessário, mas não é mais suficiente para os dias de hoje. É preciso ir além: estudar, estudar e estudar. Aprender, aprender e aprender. Isso significa ler o tempo todo - na biblioteca, em casa, no ônibus, no metrô, na praia, aproveitando todo e qualquer momento disponível. Mais ainda: criar uma biblioteca, um banco de dados, um centro de informação pessoal, um repositório de conhecimento. O mundo mudou e torna-se necessário abrir novos horizontes. Trocar idéias com outras pessoas, ouvir suas opiniões e conhecimentos, aprender com elas. Afinal, conhecimento não ocupa espaço na cabeça, não tem peso e não precisa ser guardado contra possíveis roubos ou assaltos. É uma riqueza pessoal sem limites.

Na Sociedade da Informação, a mudança contínua faz com que o conhecimento se torne rapidamente ultrapassado e obsoleto. O ciclo de vida do conhecimento se torna cada vez mais curto e rápido. O segredo para manter-se atualizado é tornar-se um eterno estudante. Viver aprendendo no decorrer da vida toda. O risco de não se fazer isso é perder o bonde do sucesso. Precisamos ser eternos aprendizes para que nosso conhecimento seja sempre atual e contemporâneo.

Mas o conhecimento não pode ser guardado a sete chaves na cabeça das pessoas. Há muitas pessoas que fazem cursos de graduação, pós-graduação, especialização, atualização, doutorado e não decolam na vida profissional. É que o conhecimento não pode ficar escondido nos meandros da memória. Ele precisa ser aplicado e rentabilizado. Isso significa que quem tem conhecimento precisa saber como utilizá-lo e aplicá-lo adequadamente na vida profissional. O conhecimento precisa ser transformado em resultados e, se possível, trazer retornos financeiros, tanto para a pessoa como para sua empresa. Ele precisa ser transformado em soluções, em novos produtos ou serviços, em novos processos e métodos de trabalho, em criatividade e inovação, em novos negócios. Quando isso ocorre, estamos falando de habilidades.

O que é uma habilidade? Nada mais do que saber aplicar o conhecimento, seja através de meios físicos ou intelectuais, e obter resultados práticos e concretos. Existem várias habilidades que funcionam como meios para processar o conhecimento de uma pessoa. Habilidades de ler, escrever, verbalizar, comunicar, entender situações, fazer cálculos, dimensionar espaços, utilizar equipamentos, digitar terminais de computador, fazer previsões, etc. O importante é enriquecer as habilidades de que dispomos com o conhecimento agregado em sala.
Algumas profissões - principalmente aquelas que tratam da natureza ou de coisas físicas e concretas - exigem conhecimento e habilidade para possibilitar o sucesso profissional, como química, física, farmácia, biologia, arquitetura, etc. Contudo, boa parte das profissões - principalmente aquelas que tratam com pessoas, como administração, psicologia, sociologia, pedagogia, economia - exigem algo mais do que apenas conhecimentos e habilidades. Elas exigem também competências.

E o que são competências? Competência significa algo que você precisa ter para se diferenciar das outras pessoas e apresentar vantagens que as outras pessoas não conseguem ter. Chamamos a isso de vantagem competitiva. Competência significa a capacidade de fazer as coisas acontecerem, de alcançar metas e objetivos que nem todas as outras pessoas conseguem atingir, de fazer coisas que são admiradas pelos outros, de criar e inovar fazendo algo que nunca foi feito antes. No fundo, competência significa transformar conhecimentos e habilidades em realizações pessoais ou empresariais. Isso exige postura pessoal, atitude empreendedora, assumir riscos, visão de futuro, espírito de luta, senso de realização, discernimento, coragem, perseverança. Nosso país precisa de gente competente, que faz, realiza, visualiza oportunidades e que expande as fronteiras. Nossas empresas precisam do talento empreendedor: conhecimento, habilidades e competências.

Esse é o triângulo da excelência. Ele envolve conhecimento, habilidades e competências e precisa ser seriamente levado em conta por quem pretende ser bem-sucedido profissionalmente. Mas, qual é o mais importante desses três impulsionadores da excelência profissional? Em qual deles centrar os maiores esforços? Na verdade, todos eles são importantes. Mas decididamente o conjunto dos sinais que costumamos descrever como competências sai disparado na frente dos demais. Pela simples razão de que tanto a aplicação do conhecimento como a obtenção dos resultados por meio do conhecimento e das habilidades dependem da competência pessoal.

Cada vez mais, as empresas e organizações estão preocupadas em mapear as suas competências essenciais - o chamado core business - para em função delas definir quais as competências pessoais mais importantes para o sucesso dos seus negócios. E por que razão? A resposta é simples. De nada adianta ter na empresa um grande talento dotado de conhecimento e habilidades se a pessoa não tiver as competências e atitudes adequadas frente às várias situações importantes que surgem diariamente no trabalho. Sem a competência, o conhecimento e a habilidade ficam na berlinda e se apagam. Permanecem em estado potencial na espera de sua realização. A chama é proporcionada pela competência. Ela é fundamental e preciosa. Não se esqueça jamais disso!

Por: Idalberto Chiavenato - filósofo, pedagogo, mestre (MBA) e doutor (PHD) em Administração de Empresas e consultor de empresas. É um dos autores nacionais mais conhecidos e respeitados na área de administração de empresas e RH e reconhecido e prestigiado pela influência na definição e aplicação de modernos e inovadores conceitos administrativos aplicados às organizações bem-sucedidas.

Fonte: http://carreiras.empregos.com.br

Conhecimentos técnicos contratam, comportamentos demitem

Está certo afirmar que currículo vazio não pára em pé. Também é correto dizer que o mundo globalizado acabou com a arrogância de quem buscava as melhores colocações apenas com o currículo embaixo do braço, acreditando na auto-suficiência eterna.

Na era da revolução da informação, nada dá mais status que o conhecimento. No entanto, este se torna prontamente obsoleto, fazendo com que o ciclo de aprendizado do ser humano seja contínuo e ininterrupto.

Mas todo esse discurso torna-se uma contradição no meio corporativo. É claramente perceptível o apego exagerado aos conhecimentos técnicos observados por um profissional num processo seletivo, em contrapartida às competências comportamentais. Apesar das facilidades ora existentes de aprimoramento constante, os selecionadores de pessoas se encantam com um currículo recheado de saberes, como se estes se bastassem.

Muitas empresas reclamam de não encontrar no mercado profissionais que dominem suas tecnologias – muitas vezes, tão específicas e únicas – e deixam de usar sua expertise para formar mão de obra para a perpetuação do negócio. Esse é o perfil negligenciado das organizações que aprendem.

Então, o inevitável acontece: contrata-se pelo técnico, e em curto espaço de tempo, demite-se por comportamentos incompatíveis com o negócio, com a missão, com a visão e com os valores corporativos. Demitir custa caro e esse desperdício pode ser evitado.

Formar tecnicamente profissionais parece não ser uma tarefa complicada. Aliás, quando as pessoas são treinadas no técnico, o retorno sobre o investimento é quase imediato. O problema, que pode ser transformado em oportunidade, dependendo da mentalidade que a empresa tem diante de suas fragilidades, está na aquisição de novos comportamentos. Estes estão fortemente ligados a atitudes e aos valores pessoais, ambos não vistos a olhos nus. Pena que as mudanças ainda ocorram a duras penas, de forma a impedir que a empresa alce vôo em condições de obter mais sucesso antes do declive.

Quer caminhar com mais naturalidade, com menos estresse (ou no mínimo um estresse mais saudável) e maior proatividade? Contrate por valores! Defenda os valores essenciais da sua organização selecionando e retendo os seus melhores talentos.

Tenho observado o grau de humanização descrita na missão e visão das empresas no mercado nacional. Quando analiso, mesmo que superficialmente, se o discurso é congruente com a prática, me deparo com um distanciamento enorme entre o que os dirigentes dizem acreditar e o que claramente as suas ações comunicam. Valores não são apenas palavras. Valores devem orientar o comportamento da sua equipe. Valores dão sentido e canalizam esforços para que as vitórias sejam coletivas. Pessoas que se orgulham do local onde trabalham percebem uma nítida convergência entre seus valores pessoais e os valores organizacionais.

Se você ainda enxerga a existência de uma lacuna entre o obtido e o desejado, e percebe na sua equipe uma ausência de proatividade, de iniciativa, de visão para antecipar-se aos problemas, de comprometimento, está na hora de rever os valores da sua corporação, clarificando-os e transformando-os em comportamentos observáveis e, claro, incorruptíveis. Destile e transmita seus valores organizacionais a começar pela sua liderança. Brade-os entusiasticamente a cada reunião, a cada encontro, no dia a dia. Reconheça, comemore publicamente e recompense pessoas que apresentam as atitudes que enalteçam seus valores essenciais.

Provoque conexões entre as suas estratégias empresariais e a gestão de suas pessoas. Transmita confiança garantindo que o seu discurso está em perfeita comunhão com a prática. Eduque as suas pessoas! Educar é um processo que lhe traz resultados garantidos. Treine o técnico. Eduque comportamentos! É a melhor forma de disseminar ao mercado sua marca, seu legado!

Como você quer ser visto e lembrado amanhã? Que tal começar pensar desde já? Garanto que as competências técnicas da sua empresa serão insuficientes para mantê-lo vivo.

Por: Marcia Vespa


domingo, 22 de março de 2015

Especialista dá 7 dicas para você demitir sem traumatizar

Inicialmente, não diga que lamenta a demissão ou que sabe como ele se sente. Este é um momento duro e isso só alimenta sentimentos negativos.
Demitir um colaborador é uma das tarefas mais difíceis de se cumprir e, claro, se não for bem conduzido pode ser bastante doloroso para quem está sendo demitido e também para quem demite. Com a crise econômica assombrando o Brasil, é bom ficar preparado para saber lidar com esse processo, pois que boa parte das empresas já sente a presença das temidas demissões em sua rotina.
Com isso, a Diretora de Transição de Carreira da STATO, consultoria especializada em gestão de carreiras, Lucia Costa, elencou sete orientações para conduzir de forma assertiva a reunião de desligamento de um colaborador. Confira:
1) Elabore um discurso racional da razão da demissão e não se esquive da responsabilidade. Frases como "eu não queria, mas cumpro ordens" ou "fui voto vencido" evidenciam fraqueza do líder e expõem a companhia. Contextualize a situação, comunique o desligamento e diga que a escolha foi sua (ou também foi sua).
2) Caso o profissional não aceite a demissão, não discuta, fique calmo e repita o discurso da razão do desligamento. Ouça o profissional com compreensão, aceite seus sentimentos, responda com atenção suas indagações, mas comunique a demissão.
3) Não é momento para analisar resultados ou dar feedbacks de performance ou comportamentais. Naturalmente, o demitido conduz a conversa para esse viés. Trata-se de um comunicado. É preciso frieza para não cair nesta armadilha.
4) Não diga que lamenta a demissão ou que sabe como ele se sente. Este é um momento duro e isso só alimenta sentimentos negativos.
5) Cada empresa possui uma cultura, mas é recomendável que um desligamento seja realizado individualmente, com ao menos uma testemunha, do RH.
6) É desejável que o desligamento ocorra em um começo de semana, no período da manhã, jamais próximo ou em uma data comemorativa.
7) Se você pode e quer indicar esse profissional para outro trabalho, pois acha que ele não serve para o atual cargo, mas será útil em outro, faça isso. Mas não diga isso no momento da demissão. Fica parecendo pena. Aguarde uma oportunidade posterior.